{"id":51,"date":"2016-06-29T15:18:15","date_gmt":"2016-06-29T15:18:15","guid":{"rendered":"http:\/\/enanpur.jessicaluchesi.com\/?page_id=51"},"modified":"2016-10-10T22:24:27","modified_gmt":"2016-10-10T22:24:27","slug":"st-2-estado-planejamento-e-gestao-do-territorio-em-suas-multiplas-escalas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/xviienanpur.anpur.org.br\/?page_id=51","title":{"rendered":"ST 2 \u2013 ESTADO, PLANEJAMENTO E GEST\u00c3O DO TERRIT\u00d3RIO EM SUAS M\u00daLTIPLAS ESCALAS"},"content":{"rendered":"<p>[et_pb_section admin_label=&#8221;Se\u00e7\u00e3o&#8221; fullwidth=&#8221;on&#8221; specialty=&#8221;off&#8221;][et_pb_fullwidth_image admin_label=&#8221;Imagem de Largura Inteira&#8221; src=&#8221;http:\/\/xviienanpur.anpur.org.br\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/ST2.jpg&#8221; show_in_lightbox=&#8221;off&#8221; url_new_window=&#8221;off&#8221; use_overlay=&#8221;off&#8221; animation=&#8221;left&#8221; use_border_color=&#8221;off&#8221; border_color=&#8221;#ffffff&#8221; border_style=&#8221;solid&#8221;] [\/et_pb_fullwidth_image][\/et_pb_section][et_pb_section admin_label=&#8221;section&#8221; transparent_background=&#8221;off&#8221; background_color=&#8221;#ffffff&#8221; allow_player_pause=&#8221;off&#8221; inner_shadow=&#8221;off&#8221; parallax=&#8221;off&#8221; parallax_method=&#8221;off&#8221; custom_padding=&#8221;0px|||&#8221; padding_mobile=&#8221;off&#8221; make_fullwidth=&#8221;off&#8221; use_custom_width=&#8221;off&#8221; width_unit=&#8221;on&#8221; make_equal=&#8221;off&#8221; use_custom_gutter=&#8221;off&#8221;][et_pb_row admin_label=&#8221;row&#8221; make_fullwidth=&#8221;off&#8221; use_custom_width=&#8221;off&#8221; width_unit=&#8221;on&#8221; use_custom_gutter=&#8221;off&#8221; custom_padding=&#8221;0px|||&#8221; padding_mobile=&#8221;off&#8221; allow_player_pause=&#8221;off&#8221; parallax=&#8221;off&#8221; parallax_method=&#8221;off&#8221; make_equal=&#8221;off&#8221; parallax_1=&#8221;off&#8221; parallax_method_1=&#8221;off&#8221; column_padding_mobile=&#8221;on&#8221;][et_pb_column type=&#8221;4_4&#8243;][et_pb_divider admin_label=&#8221;Divisor&#8221; color=&#8221;#ffffff&#8221; show_divider=&#8221;off&#8221; divider_style=&#8221;solid&#8221; divider_position=&#8221;top&#8221; hide_on_mobile=&#8221;on&#8221;] [\/et_pb_divider][et_pb_text admin_label=&#8221;Texto&#8221; background_layout=&#8221;light&#8221; text_orientation=&#8221;left&#8221; use_border_color=&#8221;off&#8221; border_color=&#8221;#ffffff&#8221; border_style=&#8221;solid&#8221;]<\/p>\n<h5><strong>Comit\u00ea Cient\u00edfico: <\/strong><\/h5>\n<h5><\/h5>\n<h5><em>Fernando Cezar de Macedo (PPGDE\/Unicamp)<\/em><\/h5>\n<h5><em>Hip\u00f3lita Siqueira de Oliveira (PUR\/IPPUR-UFRJ)<\/em><\/h5>\n<h5><em>Jan Bitoun (PPGEO\/UFPE)<\/em><\/h5>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A proposta desta Sess\u00e3o Tem\u00e1tica \u00e9 agrupar reflex\u00f5es e estudos que expressem a articula\u00e7\u00e3o Estado-Sociedade no desenvolvimento territorial no Brasil e na Am\u00e9rica Latina tendo como eixo norteador a rela\u00e7\u00e3o ESTADO, PLANEJAMEMENTO E GEST\u00c3O DO TERRIT\u00d3RIO EM SUAS M\u00daLTIPLAS ESCALAS. Para tanto, prioriza trabalhos que discutam a experi\u00eancia de planejamento territorial, as rela\u00e7\u00f5es federativas, as pol\u00edticas subnacionais de promo\u00e7\u00e3o do crescimento e a avalia\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas implementadas e seus instrumentos de a\u00e7\u00e3o. Considera-se imperativo, verificar seus efeitos sobre a din\u00e2mica territorial na \u00faltima d\u00e9cada.<\/p>\n<p>Diversos fatores atuaram sobre o espa\u00e7o regional e urbano latino-americano e brasileiro em particular neste s\u00e9culo, impulsionados por um padr\u00e3o de acumula\u00e7\u00e3o que se sustentou nos pre\u00e7os favor\u00e1veis das <em>commodities<\/em>, impulsionados pelo \u201cefeito-China\u201d. No geral, a organiza\u00e7\u00e3o territorial nesses pa\u00edses, passou a ser planejada prioritariamente a partir de sua inser\u00e7\u00e3o no mercado internacional. Para o Brasil, sua dimens\u00e3o continental e sua condi\u00e7\u00e3o de Rep\u00fablica federativa imp\u00f5em adicionais dificuldades para a implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas coordenadas em m\u00faltiplas escalas que fa\u00e7am o enfretamento dos hist\u00f3ricos problemas regionais e urbanos que marcam seu padr\u00e3o heterog\u00eaneo de organiza\u00e7\u00e3o socioespacial.<\/p>\n<p>A despeito da formula\u00e7\u00e3o da Pol\u00edtica Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) que busca enfrentar esse problema a partir da coordena\u00e7\u00e3o em m\u00faltiplas escalas e com articula\u00e7\u00e3o dos diferentes n\u00edveis de governo, o fato concreto \u00e9 que a din\u00e2mica espacial brasileira continua muito mais influenciada por pol\u00edticas setoriais e pelos efeitos mais gerais da pol\u00edtica macroecon\u00f4mica do que por aquelas que se prop\u00f5em, explicitamente, a reorganizar seu territ\u00f3rio com maior equidade. Diante do impasse federativo, cuja marca maior continua sendo a guerras dos lugares e sua express\u00e3o mais vis\u00edvel que se manifesta na guerra fiscal e nas disputas provincianas em torno do or\u00e7amento p\u00fablico, o fato concreto \u00e9 que o federalismo brasileiro mostra-se fr\u00e1gil e incapaz para organizar e fazer a integra\u00e7\u00e3o nacional e a promo\u00e7\u00e3o do desenvolvimento urbano-regional socialmente inclusivo e territorialmente equitativo.<\/p>\n<p>Apesar da retomada do planejamento no \u00e2mbito federal, objetivamente este foi direcionado muito mais para garantir as condi\u00e7\u00f5es de acumula\u00e7\u00e3o do capital, como no caso dos projetos de infraestrutura (PAC, PIL 1 e 2), muito embora se observem avan\u00e7os sociais no per\u00edodo, inclusive com maior benef\u00edcio das regi\u00f5es mais pobres. Todavia, a fragilidade do modelo brasileiro fez ruir rapidamente os avan\u00e7os, com a crise de financiamento do Estado que se revelou com a restri\u00e7\u00e3o fiscal e com a queda dos pre\u00e7os internacionais das <em>commodities<\/em> e o arrefecimento da demanda externa o que exige repensar as formas de planejamento e os instrumentos de gest\u00e3o e a\u00e7\u00e3o territoriais.<\/p>\n<p><strong>Temas<\/strong>:<\/p>\n<p>Pol\u00edtica Econ\u00f4mica e Territ\u00f3rio; Pol\u00edticas P\u00fablicas e Desenvolvimento Territorial; Pol\u00edticas de interven\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o urbano e regional; Reflex\u00f5es cr\u00edticas sobre as diversidades e as desigualdades regionais no Brasil e na Am\u00e9rica Latina; Fundos P\u00fablicos e Desenvolvimento Territorial; Gest\u00e3o e Governan\u00e7a Regional; Atores sociais e governan\u00e7a territorial; Rela\u00e7\u00f5es Federativas; Estado e planejamento no capitalismo globalizado; Movimentos sociais e experi\u00eancias localizadas de organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>[\/et_pb_text][et_pb_divider admin_label=&#8221;Divisor&#8221; color=&#8221;#ffffff&#8221; show_divider=&#8221;off&#8221; divider_style=&#8221;solid&#8221; divider_position=&#8221;top&#8221; hide_on_mobile=&#8221;on&#8221;] [\/et_pb_divider][\/et_pb_column][\/et_pb_row][\/et_pb_section]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Comit\u00ea Cient\u00edfico: Fernando Cezar de Macedo (PPGDE\/Unicamp) Hip\u00f3lita Siqueira de Oliveira (PUR\/IPPUR-UFRJ) Jan Bitoun (PPGEO\/UFPE) &nbsp; A proposta desta Sess\u00e3o Tem\u00e1tica \u00e9 agrupar reflex\u00f5es e estudos que expressem a articula\u00e7\u00e3o Estado-Sociedade no desenvolvimento territorial no Brasil e na Am\u00e9rica Latina tendo como eixo norteador a rela\u00e7\u00e3o ESTADO, PLANEJAMEMENTO E GEST\u00c3O DO TERRIT\u00d3RIO EM SUAS M\u00daLTIPLAS [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_et_pb_use_builder":"on","_et_pb_old_content":"<p>Comit\u00ea Cient\u00edfico: Fernando Cezar de Macedo (IE\/Unicamp), Hip\u00f3lita Siqueira de Oliveira (IPPUR\/UFRJ), Jan Bitoun (Geografia\/UFPE) e Margot Reimann (PUC-Goi\u00e1s)<br \/> A proposta desta Sess\u00e3o Tem\u00e1tica \u00e9 agrupar reflex\u00f5es e estudos que expressem a articula\u00e7\u00e3o Estado-Sociedade no desenvolvimento territorial no Brasil e na Am\u00e9rica Latina tendo como eixo norteador a rela\u00e7\u00e3o ESTADO, PLANEJAMEMENTO E GEST\u00c3O DO TERRIT\u00d3RIO EM SUAS M\u00daLTIPLAS ESCALAS. Para tanto, prioriza trabalhos que discutam a experi\u00eancia de planejamento territorial, as rela\u00e7\u00f5es federativas, as pol\u00edticas subnacionais de promo\u00e7\u00e3o do crescimento e a avalia\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas implementadas e seus instrumentos de a\u00e7\u00e3o. Considera-se imperativo, verificar seus efeitos sobre a din\u00e2mica territorial na \u00faltima d\u00e9cada.<br \/> Diversos fatores atuaram sobre o espa\u00e7o regional e urbano latino-americano e brasileiro em particular neste s\u00e9culo, impulsionados por um padr\u00e3o de acumula\u00e7\u00e3o que se sustentou nos pre\u00e7os favor\u00e1veis das commodities, impulsionados pelo \u201cefeito-China\u201d. No geral, a organiza\u00e7\u00e3o territorial nesses pa\u00edses, passou a ser planejada prioritariamente a partir de sua inser\u00e7\u00e3o no mercado internacional. Para o Brasil, sua dimens\u00e3o continental e sua condi\u00e7\u00e3o de Rep\u00fablica federativa imp\u00f5em adicionais dificuldades para a implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas coordenadas em m\u00faltiplas escalas que fa\u00e7am o enfretamento dos hist\u00f3ricos problemas regionais e urbanos que marcam seu padr\u00e3o heterog\u00eaneo de organiza\u00e7\u00e3o socioespacial.<br \/> A despeito da formula\u00e7\u00e3o da Pol\u00edtica Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) que busca enfrentar esse problema a partir da coordena\u00e7\u00e3o em m\u00faltiplas escalas e com articula\u00e7\u00e3o dos diferentes n\u00edveis de governo, o fato concreto \u00e9 que a din\u00e2mica espacial brasileira continua muito mais influenciada por pol\u00edticas setoriais e pelos efeitos mais gerais da pol\u00edtica macroecon\u00f4mica do que por aquelas que se prop\u00f5em, explicitamente, a reorganizar seu territ\u00f3rio com maior equidade. Diante do impasse federativo, cuja marca maior continua sendo a guerras dos lugares e sua express\u00e3o mais vis\u00edvel que se manifesta na guerra fiscal e nas disputas provincianas em torno do or\u00e7amento p\u00fablico, o fato concreto \u00e9 que o federalismo brasileiro mostra-se fr\u00e1gil e incapaz para organizar e fazer a integra\u00e7\u00e3o nacional e a promo\u00e7\u00e3o do desenvolvimento urbano-regional socialmente inclusivo e territorialmente equitativo.<br \/> Apesar da retomada do planejamento no \u00e2mbito federal, objetivamente este foi direcionado muito mais para garantir as condi\u00e7\u00f5es de acumula\u00e7\u00e3o do capital, como no caso dos projetos de infraestrutura (PAC, PIL 1 e 2), muito embora se observem avan\u00e7os sociais no per\u00edodo, inclusive com maior benef\u00edcio das regi\u00f5es mais pobres. Todavia, a fragilidade do modelo brasileiro fez ruir rapidamente os avan\u00e7os, com a crise de financiamento do Estado que se revelou com a restri\u00e7\u00e3o fiscal e com a queda dos pre\u00e7os internacionais das commodities e o arrefecimento da demanda externa o que exige repensar as formas de planejamento e os instrumentos de gest\u00e3o e a\u00e7\u00e3o territoriais.<\/p><p>Temas:<br \/> Pol\u00edtica Econ\u00f4mica e Territ\u00f3rio; Pol\u00edticas P\u00fablicas e Desenvolvimento Territorial; Pol\u00edticas de interven\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o urbano e regional; Reflex\u00f5es cr\u00edticas sobre as diversidades e as desigualdades regionais no Brasil e na Am\u00e9rica Latina; Fundos P\u00fablicos e Desenvolvimento Territorial; Gest\u00e3o e Governan\u00e7a Regional; Atores sociais e governan\u00e7a territorial; Rela\u00e7\u00f5es Federativas; Estado e planejamento no capitalismo globalizado; Movimentos sociais e experi\u00eancias localizadas de organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"class_list":["post-51","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xviienanpur.anpur.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/51","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xviienanpur.anpur.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/xviienanpur.anpur.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xviienanpur.anpur.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xviienanpur.anpur.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=51"}],"version-history":[{"count":13,"href":"https:\/\/xviienanpur.anpur.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/51\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":800,"href":"https:\/\/xviienanpur.anpur.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/51\/revisions\/800"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xviienanpur.anpur.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=51"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}